
“Quero ser a melhor amiga do silêncio, e praticar todo dia a ignorância com os meus inimigos. Procuro parar de responder as suas ofensas e evito gastar minha saliva com gente que só merece desprezo. Eu já usei aquele método de bater de frente, discutir com os idiotas que me enchem o saco. Pensava que fazendo isso não levaria desaforo para casa. Ilusão. Eu dava ibope para quem não ia com a minha cara, perdia meu precioso tempo dando atenção a alguns imbecis. Quando finalmente conheci o silêncio e o poder que ele tem sobre os outros, passei a usá-lo. Nos momentos em que me ofendiam, comecei a dobrar a língua. Para melhorar a situação pro meu lado, me fingia de surda. Dava as costas na hora e continuava andando como se nada tivesse acontecido. Porque é isso que as pessoas que me perturbam são: nada. Não pagam as minhas contas, não fazem parte da minha vida. É motivo suficiente para não levar em consideração as suas opiniões de merda, ou o vocabulário prolixo que usam contra mim. Confesso que não é fácil agir desse jeito. A vontade que dá é sair metendo a porrada e armar um barraco. É aí que me lembro da educação que recebi. E de como não vale a pena perder a classe com seres inferiores. Dane-se se fulano me acha feia ou se beltrano me acha tosca. Quem fica reparando muito nos defeitos de quem está ao seu lado, provavelmente é o verdadeiro defeituoso ali. Quem para o que está fazendo para impor críticas na minha pessoa é porque me ama. Sim, me ama. Quem ama costuma correr atrás e citar o nome do amado o tempo todo. Pelo menos eu finjo que sim. Assim como é cansativo ser humilhado, também cansa dar importância aos que falam mal da minha personalidade e da minha aparência. Eu sei que no fundo esses bobões são um bando de inseguros, com tanta falta de amor próprio que tentam sugar a energia de qualquer um que vê pela frente. Pode funcionar com muitos, porém, comigo não vai mais funcionar. É melhor tirarem o cavalinho da chuva e etc. Se tem uma coisa que a vida me ensinou foi exatamente isso: não estrague a sua honra e a sua ética se deixando levar pelo julgamento de certos indivíduos.” — Maynara Costa, metamorfose ambulante!
Quem te conhece bem, sabe até quando o seu “oi” está diferente.
via s2-never-fails (originally lonesome-stranger)

E lá fui eu, me afogando cada vez mais em um mar de falsas ilusões. Me dei conta que nada nesse mundo podia se por confiança, acreditar em ninguém. A pessoa que eu mais confiei, me fez sentir uma menina boba, fraca.
Confiança, eis ai uma palavra ingênua de um significado que não vale nada para a humanidade.
Me afoguei dentro de mim, dos meus sentimentos. Meu coração trasbordando de tristeza. E logo você, que a pessoa que eu mais confiava […]
Não existe mais uma residência aqui dentro de mim, meu coração ficou parado, como se eu estivesse morta. As lágrimas quentes desciam do meu rosto, e se cada lágrima daquela alivia-se a dor, será que nós ainda sentiremos isso? Eis a questão que infelizmente não é um fato.
E essas falsas promessas, por quê essa sociedade tão injusta fazem? Só pode ser para machucar.
Queria apenas me ver em um sentimento feliz, chorar de alegria, e não de dor. Ver um sorriso verdadeiro no rosto de cada um. Ultimamente vejo sorrisos falsos, pessoas falando que estão bem quando não estão. Eu queria ter um dia de alegria, mas estar do seu lado.
Fiquei presa em um mar de um mundo horrível que não respeitava ninguém, era um mundo de fantasia, que nada era real. Um mundo onde eu vivi, cheia de história falsas, que eu acreditava. Depois que sai desse mundo, me dei conta de como era boba e frágil. E acabei com medo desse mundo real e fui ferida, me arrastando e me afogando em minhas lágrimas.
Stephanie Dória (h-ipinótica)
(via w-eakened)

via elamereceseramada (originally minestewart-deactivated20120406)


